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CAOS NO CONCURSO PÚBLICO DO MININT: FALHAS NO SITE MERGULHAM MILHARES DE CANDIDATOS EM DESESPERO NA MADRUGADA DA ABERTURA DAS CANDIDATURAS

Luanda, 16 de Julho – A abertura das candidaturas ao Concurso Público do Ministério do Interior (MININT), iniciada à meia-noite desta quinta-feira, ficou marcada por inúmeras falhas técnicas na plataforma de inscrição, gerando momentos de tensão, revolta e desespero entre milhares de candidatos em todo o país.

Segundo relatos recolhidos pelo Jornal Marimba (JM), logo que o relógio marcou 00h00 do dia 16 de Julho, centenas de candidatos acederam ao portal oficial para efectuar o registo. No entanto, muitos encontraram dificuldades logo nas primeiras etapas do processo.

De acordo com diversas testemunhas, após preencherem o número do Bilhete de Identidade e o endereço de e-mail, o sistema encaminhava os candidatos para a fase seguinte, onde deveria ser enviado um código de confirmação para o correio electrónico. Contudo, o referido código nunca chegou para um grande número de candidatos, impossibilitando a conclusão da candidatura.

"Estou desde a meia-noite à espera do código. Já verifiquei todas as pastas do e-mail e nada. Estou desesperado porque não quero perder esta oportunidade", relatou um dos candidatos ao JM.

Apesar dos constrangimentos, outras testemunhas afirmam que conseguiram receber o código de confirmação e finalizar a candidatura com sucesso, o que levanta dúvidas sobre a estabilidade e a capacidade da plataforma em suportar o elevado número de acessos simultâneos.

Até ao momento da publicação desta notícia, o Ministério do Interior ainda não havia emitido um comunicado oficial esclarecendo as causas das falhas nem informando se haverá alguma medida para salvaguardar os candidatos afectados.

O episódio está a gerar uma forte onda de críticas nas redes sociais, onde muitos cidadãos consideram que a abertura de um concurso de grande dimensão deveria ter sido acompanhada por uma infraestrutura tecnológica capaz de responder à elevada procura.

O Jornal Marimba continuará a acompanhar o caso e aguardará um posicionamento oficial das autoridades competentes para garantir o contraditório e actualizar esta informação.

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